Lansja a pérola lunar

Lansja a pérola lunar
a companheira de Turalisj

domingo, 5 de junho de 2011

ZOAR...a azul ludibriante

Uma garotinha magra com um olhar malicioso me recebeu contente dizendo-se minha prima...ZOAR...A grande deusa TIAMAT...havia me falado de sua existência e com um sorriso semelhante...porém não me deu mais detalhes....conhecendo meu sangue...eu previa algo maior, porém não pude ir além de seus conhecimentos, pois ela me parecia muito mais sábia....ela olhava com desejo minha escama não nascida...minha relíquia....me conduziu ao interior de nosso Avô....estruturado por milhares de ossos dos YREVS....ao fundo e no centro vi algo que se assemelhava a um caixão dragão metálico com um espaço exatamente do tamanho de minha relíquia...e Zoar se posicionou ali e pediu meu poder para realizar o ritual que a muito meu avô se sacrificou para tal acontecimento...algo em torno de 400 anos...porém tentando evitar alguma tgragédia, eu quiz aquele lugar e ritual pra mim, ao me colocar naquele lugar e acoplar meu anel...só vi o sorriso nos lábios de ZOAR e sua gargalhada....fiquei preso e inconciente...só lembro de acordar e ver o chão de vidro que estava lá fora e as palavras que se seguiram foram...

"VAMOS VAEK, VAMOS COMEÇAR A DESTRUIÇÃO"

Zoar montada em mim..eu havia me tornado o algo com o poder que sempre sonhei, porém não podia controlar minha vontade...eu era agora o que antes foi o MAIOR DE TODOS OS DRAGÕES AZUIS...só que ainda mais poderoso...eu virei um LITCH.....tanto poder...quase infinito...porém...sem poder controla-lo...um fantoche...minha ganancia foi minha perdição....mas confio em meus amigos.....

Wus Ghoros VAEK VOREL

No meio deste deserto me deparei com a cena mais aterrorizante depois da história da morte de minha vó...Eu e meus companheiros estamos aqui diante de uma guerra entre centenas de dragões YREVS (amarelos), AUJIRS (bronze) e os de minha raça os ULHARS (azul) que estão no topo de uma carcaça gigantesca de um dragão azul...que de forma alguma poderia ser outro senão TURALISJ...meu avô....o poder que emana desta batalha é algo olhos comuns não podem vislumbrar...por minha decisão viemos aqui em busca de meu avô....queria o conhecimeto dele, o poder que é meu por direito algo que sinto que ele confiou a mim...e agora ...ele está ....MORTO....a quem devo culpar??? quem devo destruir?...o que sobrou pra mim?....meus amigos e eu decidimos ir de encontro aos azuis, mesmo sabendo de sua natureza CRUEL...ainda sim creio que é o devo fazer....devo encotrar o ponto chave desse conclave....mas algo muito errado acontece aqui...por que os BRONZE então tão empenhados contra os azuis e por que os amarelos também?? e por que eles não possuem asas?

Passando por alguns amarelos eis que um, ao que me parece o lider, para a minha frente e questiona minha presença aqui....ele fareja meu sangue azul...ao tentar flar com ele, Arquimedes se precipita e lança bombas ao paço que Lazaro o atinge no olho, cegando-o....surpreso eu also vô para chegar aos de meu sangue...mas o Lider do deserto agarra O bardo que ao gritar meu nome, não me deixa outra alternativa senão salva-lo...volto, pouso e digo...

"WUS GHOROS VAEK ETHETURALISJ ULHAR DARASTRIX"

"VOCÊ ESTÁ DIANTE DE VAEK NETO DO DRAGÃO AZUL TURALISJ"

"POTHOC FAESSI THRIC LOREAT ETHETHURIRL"

"TOLO COVARDE, NÃO MATE MEU AMIGO!!!!!"

O amarelo exige minha rendição em troca da libertação de meu companheiro, eu nego pois a palavra dada de um dragão é um grilhão, mais indestrutível que uma promessa....tento a negociação, porém eis que ele revela ter Alzira como sua outra refém...eu tento novamente...êis que ele sem titubear, enfia a garra no peito do bardo e o arremessa longe, isso basta pra que Anibal se enfureça e o acerte combinando um ataque duplo com Lazaro...com Foiler que o acerta com seu toque moratal....Alzira é arremessada e eu a apnaro sob minhas asas, voando direto prar os de meu sangue, sendo seguido pelos meus companheiros...o que se seguiu logo após foi outra cena magnificamente inesquecível....os AUJIRS se juntaram e o sol reluzindo um brilho imenso que parecia sair dos céus lançaram sobre nós uma luz que pareceu nos curar e ao mesmo tempo LIQUIDAR todos os YREVS...os demais AUJIRS acompanharam seu MAEKRIX( líder) em direção aos ULHARS no topo de meu avô...nós conseguimos chegar a base do Grande Largato...

Eu voei ao topo e lá uma linda DARATRIX exigiu meu nome

VAEK ETHERTURALISJ DARASTRIX....

com isso ela sorriu e rugiu aos outros

ELE VOLTOU...O HERDEIRO VOLTOU!!!

e foi só o tempo suficiente para ver o ataque trovão em massa realizado por todos os dragões acumulando sua energia e de repente a boca da carcaã abriu-se realizando uma grande rajada tranformando a areia em vidro e destruindo todos os AUJIRS e derrubando o grande lider deles....arrancando-lhe uma das asas e ferindo profundamente...

sábado, 26 de março de 2011

Sangue dracônico??

Agora me sinto mais forte, me orgulhoso dos poderes que acabei despertando e sei que se encontrar meu avô vou acabar me surpreendendo mais ainda com o que eu poderei aprender, despertar e controlar....
Por hora mnha asas azuis reluzem todo o orgulho que tenho da minha família e felicidade que sinto.

Ciclos infernais

Em meio a todo estes escombros de escrementos no qual meus amigos e eu nos encontramos neste momento, resolvi relembrar o que tem acontecido comigo até agora:
Encontramos MAMOM ou pelo menos alguém que dizia ser o próprio, ele nos ofereceu de bom grado todas as informações de que necessitavamos naquele momento, eu ressaltei que estávamos no Inferno dos mentirosos e mesmo assim nem eu nem ninguém mais cogitou a probabilidade "dele" estar mentindo, descemos o rio negro fomos perseguidos por Medusa e seus lacáios, após derrota-los paramos no inferno dos Suicídas que estranhamente era lindo e meio que pacífico, lá presa a uma muralha rochosa encontramos uma dama a qual estava doando sua energia vital pra manter aquele lugar fértil, além de uma nova companheira uma clériga anã,mas um incêncio mistérioso separou a dama da rocha de suas últimas forças quando estava prestes a nos dar uma informação valiosícima, descendo o rio novamente chegamos ao inferno dos prazeres onde Belial e Fierna lambiam os lábios a cada novo pensamento pecaminoso e possibilidade de usufruir de prazeres ainda não realizados, tentaram nos convencer a satisfaze-los .....e de alguma forma...nós TODOS!! sucumbimos...o auge foi nossa ferrenha e dolorosa balha com a DRAGOA VERDE...na qual eu acabei perecendo...mas meus amigos me vingaram e depois perceberam que mataram a FILHA de MAMOM ...logo após a anã clériga dou de bom grado a sua alma pra me trazer novamente para o lado de meus companheiros....depois destes fatos continuamos a descer o rio onde nos deparamos no mar de água e Sal e uma criatura gigantesca que ao saltar levava parte do mar consigo, depois de muitos casos e acasos acabamos por conhecer LEVIATHAN encantador lorde o qual libertamos e o qual nos presenteou com mimos que haviamos esquecido de coletar depois de lhe prestar um leve favor...indo mais fundo chegamos ao inferno de MILADY onde fomos convencidos pela mesma a destruir a Rainha das Bruxas que tirava o seu sossego com seus gritos eternos, porém ao retornarmos, nós fomos surpreendido por um ataque de um dos nossos, que nos aprisionou em suas correntes e claramente estava disposto a matar quem quiser que interferisse no seu objetivo, eu...para fiquei e neda me aconteceu pois acreditava que ele estava realmente fazendo o que deveria ser feito e por causa disso 2 de nós acabaou perecendo...ainda bem que nosso gelatinoso poço de ossos deu fim ao que nos ameaçava com seu TOQUE MORTAL.....tristes e desfalcados continuamos a nossa jornada ao mais profundo nível infernal.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

A lua não mais brilhará

...O olhos úmidos e trêmulos, a boca aberta porém sem voz, a carne formigando e o pavor correndo mais velóz do que o próprio oxigênio dentro das veias, esta foi a descrição de meu pai ao ver Lansja caindo coberta pelo sangue translúcido e cintilante enquanto meu avô corria em sua direção não acreditando ter perdido sua amada...e ali no chão quente, quebrado a mais ou menos 40 metros de distância meu pai ficou imóvel, meu avô já estava do lado de sua Inigualável companheira, que custo alto o que ela teve que pagar pra preservar o que mais amava, que custo mais alto ainda teria meu avô que pagar por presenciar tal cena...mal sabia ele o que estaria por vir...o restante que lhes contarei agora forão cenas que meu pai viu, porém meu avô não contou as últimas palavras de Lansja....o que veria a seguir foi ainda mais impressionante.
Meu Avô escutou as últimas palavras de Lansja, posteriormente levantou-se ergueu a mão e com um semblante de dor e ódio fez o coração de Valignat sair de sua carcaça...parecia uma enorme pedra de mais ou menos 4 metros de diametro pulsando e escorrendo o sangue vermelho incandecente em alguns pontos dava a impresão de estar flamejando, naquele momento meu pai disse que havia ao azulado ao redor dele, êis que Lansja soprou seu próprio sangue no corpo do meu avô envolvendo-o por completo e dilacerando suas roupas então ele foi transmutando de sua cor para o mesmo tom do Sangue de Lansja, logo após ele abriu o coração de Valignat, o qual cuspiu labaredas de fogo em Turalisj, porém parecia não afeta-lo... dois passos depois ele já estava dentro do coração do maldito Dragão, aquele foi a última troca de olhares entre Lansja e Turalisj, ao se enclausurar no amontoado de carne, sangue e chamas, Lansja ergueu-se abraçou o coração e com a energia que ainda lhe restara Rugiu aos céus, meu pai disse que não conseguiu escutar nada, só lembra que tudo tremeu como se o próprio ar estivesse sendo rompido e tudo ficou branco....algum tempo depois ao acordar meu pai estava nos braços de Turalisj que olhava fixamente a noite estrelada, ao levanta-se viu algo que não havia lá...água, muita água de um canto a outro e além do horizonte água, pareciam estar numa ilha, mas ao olhar para trás notou que ainda estavam no mesmo lugar onde aconteceu a fatídica batalha...
Graças ao que aconteceu o nosso mundo agora tem um continente a mais.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Fogo no céu

....Um sorriso prazeroso estendeu-se de um canto ao outro no rosto de Valignat ao ver a fúria de Lansja sendo direcionada a ele, pois o mesmo nunca teve seu amor correspondido, no entanto aquela atenção misturada a fúria e a necessidade de proteger sua família era mais do que este dragão almejava, naquele momento Valignat era o foco principal de Lansja e isso era o que ele mais desejava, aqueles poderiam ser os últimos momentos pra um dos dois, porém seriam eternamente memoráveis.
Êis que os céus escureceram-se quando Lansja lançou-se no ar exigindo o máximo que a atmosfera poderia oferecer-lhe, raios rasgavam as nuvens como se não mais pudessem se regenerar, mas Valignat era muito ágil, conseguindo evitar alguns. Um dragão sempre analisa seu inimigo antes de ataca-lo, mas estranhamente Lansja estava conjurando todo o seu conhecimento arcano e existencial, ela estava decidia a dar um fim à aquele tormento, a cena era ao mesmo tempo pertubadora e magnífica, raios alastrando-se pelos céus, atingindo o corpo de Valignat ao passo que ele inflando seu peito e jorrando fogo como se fosse o mais poderoso dos vulcões a vomitar toda sua fúria. Com o impacto dos sopros os dois foram arremessados ao solo, onde estavam meu pai e meu avô que por uma fração de segundos conseguiu teleporta-se para não ser atingido pelos corpos colossais.
Os dois puzeram-se de pé encarando altivamente um ao outro no meio da paisagem que agora estava completamente mudada graças à aquela batalha, o que era um vale cheio de plantas e árvores seculares, agora não passava de um terreno em chamas e rachado...por alguns instantes eles visionaram o que seria o golpe final. Lansja reuniu o que ainda lhe restara de força mágica em suas garras enquanto Valignat acumulou toda sua sede pelo sangue da dragoa perolada em suas mandíbulas o grito de meu pai sou como o sinal do ataque, as duas feras voaram uma contra outra e atingiram-se mutualmente Lansja trespassou o peito de Valignat enquanto ele abocanhou o tenro pescoço da Dragoa Lunar...

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A Lua, o sangue e o Feiticeiro

"Êis que ele hoje vive solitário naquela ilha continental, sofrendo, culpando-se pela morte de sua companheira Lansja..." assim é como termina a minha estória favorita...a repespeito do meu avô Turalisj um feiticeiro que acabou encontrando numa elfa de pele clara acetinada e meio azulada, com cabelos brancos perolados e lindos olhos amendoádos a companheira ideal, viviam felizes até que por algum motivo ela expos sua verdadeira natureza dracônica umas das únicas dragoas azuis pérola...isso deixava meu avô ainda mais orgulhoso, da união dos dois ela gerou meu pai (Rasvim Iejir) eles viviam felizes meu avô aprendendo novos feitiços por conta própria e minha avó cuidando de meu pai ao tempo que sorria das tentativas dele em dominar os feitiços, pois como tal ela detinha um conhecimento vasto e incomparável...porém certo dia uma certa sombra pairou sobre os domínios de Lansja...subitamente aquele lindo sorriso se desfez e como o vento que de uma simples brisa transforma-se num tornado ela aumentou seu tamanho em 78 vezes e com um raio certeiro oriundo de sua boca revelou aquele que os espreitava.


Valignat...seu rival, seu perseguidor, seu admirador..que dedicou toda a sua existência em prol da paixão que não foi correspondida, então pela humilhação e rejeição, jurou a si mesmo que ninguém a teria, nem ela mesma seria dígna de existir no mesmo plano estelar que ele e que o próximo encontro dos dois seria o último pra um deles....poucas coisas são tão assustadoras quanto a luta de dois poderosos dragões Valignat era um dos mais poderosos e terriveis dos de sua linhagem os Ixen Dartak ( Ódio flamejante)......

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

VaeK Vorel em seus domínios

Bem vindos todos os meus companheiros de jornada!! este espaço no limbo virtual será utilizado por mim, em prol de todos nós e da glória de nossa aventura, por enquanto estou conjurando feitiços para adequar estes novos domínios! sintam-se em casa ou pelo menos acomodádos.